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Basquete Unifacisa já tem data para estrear na LDB 2022

A principal competição sub-22 nacional de basquete, está de volta para a sua décima primeira edição. A Liga de Desenvolvimento de Basquete – LDB, é um Pré-requisito obrigatório para as equipes que desejam disputar a principal competição de basquete do país, o NBB.   Na última sexta-feira (25/6), o Departamento Técnico-Operacional da Liga Nacional de Basquete, publicou a tabela de jogos da Etapa 1 – (Grupos A e B) do Campeonato e com isso o basquete Unifacisa já tem data para estrear, o time de Campina Grande, que disputará os jogos deste ano com um selecionado de garotos paraibanos, escolhidos através de uma seletiva feita na Arena Unifacisa, entram em quadra no dia 25 de julho para encarar o Pato Basquete. Esse ano, a primeira etapa da maior competição de base do país será distribuída em 4 sedes diferentes, sendo o Grupo A, no Ginásio Walterclides Borges de Sá, em Uberlândia (MG), e Ginásio Professor Hugo Ramos, em Mogi das Cruzes (SP), e o Grupo B no Ginásio Poliesportivo Arnão, em Santa Cruz do Sul (RS), e Ginásio Wlamir Marques, em São Paulo (SP). O campeonato terá  início no dia 18 de Julho, com o clássico carioca entre Botafogo e Vasco/Tijuca, na sede de Santa Cruz do Sul, às 14h30. O local de transmissão das partidas em breve será anunciado pela LNB. Confira a tabela completa dos jogos da LDB 22.

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A base vem forte! Conheça os futuros talentos do basquete Unifacisa

O presente do basquete Unifacisa vai bem, a equipe de Campina Grande mira o G5 do NBB e está na zona de classificação da Copa Super 8. Mas e o futuro? Esse já começou a ser escrito.  Todo grande projeto esportivo tem como parte do seu legado o desenvolvimento de jovens atletas e de novos talentos para o esporte. Na Unifacisa não é diferente, a equipe já tem um histórico desenvolvendo talentos, a exemplo de Fábio Alexandrino, aluno de Nutrição na instituição e hoje integrante do time no NBB, e Valquécio Silva, também graduado pela Unifacisa e atual integrante da comissão técnica, ambos já fizeram parte da base da equipe do Jack. Hoje a Unifacisa conta com 4 jovens talentos, que estão treinando duro junto com o time principal, para construir a sua história rumo a profissionalização. Vitor Ian, Andrew Luigi, Kaique Decesare e Igor Raviery, são os novos nomes que compõem o time de base da Unifacisa. Apesar de jovens, todos já tem uma longa história de dedicação ao esporte da bola laranja, muito antes de terem conquistado as vagas na base da equipe paraibana. Vitor Ian, o mais velho entre eles com 20 anos, começou sua jornada no basquete aos 14.  “Meu interesse pelo basquete surgiu ainda na escola, quando cheguei a ter aulas com Dudu Schaffer, vi que levava jeito e desde então decidi que iria me dedicar a evoluir no esporte. Comecei a participar de algumas competições, alcancei uma vaga na seleção paraibana, joguei uma temporada no Basquete Paraíba e acabei recebendo o convite para integrar a base da Unifacisa neste ano”, contou Vitor. Andrew Luigi e Kaique Decesare, 19 e 18 anos respectivamente, são irmãos e iniciaram no basquete após terem os seus talentos reconhecidos por um professor que os viu jogando e acabou oferecendo uma vaga para ambos em um time escolar. “Nosso interesse em aprender mais sobre o basquete veio por volta dos 15 anos, onde descobrimos o amor pelo basquete e decidimos que é isso que queremos para a nossa vida. Graças ao apoio da família pudemos complementar nossa rotina de treinos, que foram se tornando cada vez mais específicos, para que nós pudéssemos melhorar como atletas até chegar à base de um time do NBB”, pontuou Kaique. Igor Raviery, de apenas 16 anos, já se dedica a pelo menos 4 ao esporte, teve sua iniciação na escola e pode se aprofundar e aprender ainda mais com a passagem pela NBA Basketball School da Unifacisa. “Conquistar uma vaga na base da Unifacisa vem após muita dedicação de todos nós, foram dias e mais dias de treinos, nos preparando para uma oportunidade como essa e hoje poder estar aqui dividindo a quadra, não só com meus colegas de base, mas também com os jogadores profissionais é um privilégio”, comentou Igor. Poder dividir a quadra com jogadores do NBB, usufruindo de toda a estrutura do time, participando dos treinos e absorvendo todo o conhecimento dos treinadores e comissão técnica é realmente um diferencial na formação de jovens talentos. “É realmente uma experiência única para nós, um verdadeiro sonho podemos dizer, fazer parte de uma grande equipe como a Unifacisa, aprendendo com todos os jogadores e principalmente com a comissão técnica. Cada momento é uma oportunidade de melhorar no basquete, seja participando diretamente dos treinos ou atentos a cada detalhe que os técnicos podem passar para a gente. É realmente indescritível ter essa oportunidade e tenho certeza que todos nós vamos trabalhar muito duro para alcançar o sonho de ser um jogador profissional”, finalizou Andrew.

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Do time universitário ao NBB; Conheça a história do pivô Alexandrino, do basquete Unifacisa

Quem acompanhou a vitória, por 92 a 85, da Unifacisa sobre o Sesi Franca, uma das equipes de maior peso no cenário nacional e internacional do basquete, no último sábado, 19, pôde acompanhar um jogaço, mais um importante capítulo da história do esporte paraibano, mas também se deparou com a boa atuação de um iniciante nas quadras neste NBB, o pivô da Unifacisa, Fábio Alexandrino. No início do terceiro quarto, a Unifacisa perdeu, por conta de uma lesão, um de seus principais jogadores, o pivô Alexandre Paranhos, que vinha fazendo a diferença dentro de quadra nos últimos jogos, chegando a anotar 3 duplo-duplos seguidos nas últimas partidas. Com isso, entrou em quadra o novato, Fábio Alexandrino, um dos jogadores da base da Unifacisa. Não bastasse ter que substituir um grande jogador, Alexandrino entrou em quadra com o time precisando reagir no placar, contra um adversário fortíssimo. Vestindo a camisa 13, em homenagem a sua mãe que durante muitos anos também jogou basquete com este número, e carregando nas costas o sobrenome Alexandrino, do seu já falecido pai, Fábio fez bonito na sua estreia no NBB, marcou seus primeiros pontos e contribuiu muito para uma das maiores vitórias da Unifacisa no Novo Basquete Brasil. Mas quem o vê em quadra, jogando na elite do basquete nacional, nem imagina que o seu primeiro esporte não foi o da bola laranja. Antes de entrar no basquete, aos 14 anos, Alexandrino, que é natural de Osasco – SP, foi um atleta do Atletismo e já teve que enfrentar vários desafios, como a falta de apoio ao esporte. “Eu ainda passei um tempo praticando o atletismo, mas a falta de apoio na minha cidade me fez acabar abandonando a modalidade. Na época, eu estava naquela fase de crescimento e acabei conhecendo o basquete através da minha irmã, que já praticava. Curiosamente minha irmã tinha começado a jogar com a irmã do Arthur Pecos, um dos jogadores do atual elenco da Unifacisa. Minha mãe entrou em contato com a família do Pecos e o pai dele pediu para que eu fosse no Palmeiras fazer um teste para o time e eu acabei passando. Fiquei alguns meses no Palmeiras e logo tive uma oportunidade de jogar no Barueri até os meus 17 anos, lá eu dividi a quadra com grandes atletas como o Bruno Caboclo, que atualmente joga na NBA, e joguei pela primeira vez com o Pezão, o pivô da Unifacisa na disputa da Liga Ouro 2019 e do último NBB”, comentou. Se em parte da sua trajetória lhe faltou apoio, na Unifacisa Fábio Alexandrino encontrou todo o suporte que precisava. Além de atleta de base, Alexandrino é estudante do curso de Nutrição na Unifacisa, bolsista integral, atualmente cursando o sexto período do curso, encontrou em Campina Grande com a Unifacisa, a oportunidade de unir o esporte que ama com a educação e formação profissional. “Em 2017 recebi o convite para vir à Unifacisa. Cheguei na instituição para o amistoso contra o Flamengo na inauguração da Arena, participei da nossa conquista do JUBS, em uma final inédita com duas equipes nordestinas. Graças ao meu desempenho na Unifacisa também joguei com a Seleção Universitária onde disputamos o Pan-Americano Universitário e continuo construindo minha história aqui, fiz parte dos elencos que disputaram a Liga Ouro 2018 e também 2019, quando fomos campeões, e agora integro o time nesse NBB 13” pontuou. A Unifacisa e Fábio Alexandrino voltam à quadra na noite desta segunda-feira, 21, e têm pela frente um grande desafio, o São Paulo, terceiro colocado na competição, com um dos melhores retrospectos do campeonato até aqui. Mas para Alexandrino e todo o elenco da Unifacisa, essa é mais uma oportunidade de continuar fazendo história no esporte. “O que vivemos na Unifacisa é realmente algo de outro mundo. A estrutura que temos aqui é de extrema excelência, ser atleta e estudante da instituição é realmente muito bom e mudou a minha vida. Estar aqui, entre os “grandes” era o que sempre sonhei e hoje posso dizer que esse sonho está sendo realizado. A experiência que nós, jogadores da base estamos vivendo na Unifacisa, de estar em um time profissional e poder contribuir com os companheiros de equipe dentro de quadra e ainda ter acesso a um estudo com qualidade de primeiro mundo é algo esplêndido. Somos muito gratos ao Dudu Schafer, a Diego Gadelha, e ao técnico da Unifacisa César Guidetti, que acreditaram em nós, em nosso trabalho e estão fazendo os nossos sonhos se tornarem realidade. E é por isso que em cada jogo estamos sempre dispostos a dar o melhor de nós, deixar tudo que temos em quadra, para representar muito bem a Paraíba, Campina Grande e a Unifacisa. Tenho certeza que contra o São Paulo não será diferente, vamos com tudo”, finalizou o pivô da Unifacisa, Fábio Alexandrino. A partida entre Unifacisa e São Paulo está marcada para às 20h30 desta segunda-feira, 21, no Ginásio Poliesportivo H. Villaboim, em São Paulo, com transmissão exclusiva pela DAZN.

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