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Unifacisa estreia nesta quinta-feira (12) no NBB com transmissão ao vivo na TV aberta

A bola já subiu no maior campeonato de basquete do Brasil e o jogo de abertura do NBB 13 foi marcado de forma especial, com uma bola temática carregando a mensagem “Por um mundo sem Racismo”. A criação foi da estudante de Campina Grande e torcedora do basquete Unifacisa, Luana Santa Cruz, de 14 anos, vencedora do concurso cultural #ABoladoJogo, promovido pela Penalty e pela Liga Nacional de Basquete (LNB). Agora é para valer! Chegou a hora de torcer e se emocionar novamente com o time que conquistou o coração da torcida de Campina Grande, uma paixão que se espalha pelo Nordeste e por todo o Brasil. O basquete Unifacisa fará sua estreia no NBB, nesta quinta-feira, 12, contra o Viptech Campo Mourão Basquete, às 15h30, no Maracanãzinho, com transmissão ao vivo pela TV Itararé. Em virtude da pandemia, o 1º turno do NBB acontecerá no formato de “mini sedes”, cidades e ginásios específicos foram selecionados para receber todos os jogos dessa primeira parte do campeonato, que também não contará com a presença de torcida nas arquibancadas. A medida visa prevenir o contágio e a disseminação da covid-19 entre atletas e comissões técnicas, bem como a segurança de toda população. Segundo o médico do basquete Unifacisa e membro do comitê da LNB, responsável por elaborar o protocolo para esse sistema de mini sedes, Diogo Villar, o objeto desse formato é permitir o controle das atividades extra jogo. “O protocolo foi criado junto a liga e com a participação de alguns médicos dos times também. O objetivo principal desse protocolo é diminuir os riscos de contaminação da covid-19 durante os jogos do NBB. Não podemos chamar de bolha, formato utilizado pela NBA, por que nós não teremos uma estrutura isolada do mundo, o que teremos na verdade são “mini sedes” e o intuito é que dessa forma a liga possa ter o controle de todos os processos e atividades que acontecem fora do jogo, como viagens, estadia nos hotéis, alimentação, tudo isso está previsto em um protocolo que deve ser seguido a fim de garantir o distanciamento social, bem como o uso de máscaras, que são os pilares da prevenção contra a covid-19”, pontuou. Nessa primeira viagem a Unifacisa passará pelo Maracanãzinho, onde também enfrentará o Flamengo no dia 14 de novembro, às 20h, com transmissão exclusiva pelo DAZN. Em seguida a equipe viaja para uma outra “mini sede”, em Mogi, onde terá pela frente o Fortaleza Basquete Cearense, no dia 17 de novembro, às 17h30. Na sequência enfrentará o Pato Basquete, dia 19 de novembro, às 13h30 e fechando essa série de jogos, a Unifacisa encara o Minas, no dia 21 de novembro, às 17h30. Todos os jogos em Mogi serão realizados no ginásio Professor Hugo Ramos. O técnico do basquete Unifacisa, Felipe Santana, avalia de forma positiva o período de preparação do time e acredita que a equipe deve chegar bem para essa primeira etapa de jogos. “Nós tivemos 8 semanas de bastante preparação, pelo fato de nós termos feito apenas 1 jogo treino acredito que vamos crescer muito dentro dessa primeira mini sede, mas avaliando o clima da equipe e o nível que foram os treinamentos, principalmente quando tivemos todos os jogadores juntos, nos deixam bastante otimistas. Claro que os 7 meses sem jogar podem pesar um pouco, principalmente no quesito ritmo de jogo, mas cabe a nós da comissão técnica fazer os ajustes e entender que durante essa primeira mini sede vai haver um crescimento não só coletivo, mas individual de cada atleta também”, afirmou. Outra novidade para o NBB em 2020 fica por conta das transmissões dos jogos na TV aberta. Essa nova edição do Novo Basquete Brasil será transmitida pela TV Cultura, a emissora fechou um contrato para transmitir mais de 30 jogos durante a temporada, contemplando a temporada regular, além do Jogo das Estrelas e o torneio Super 8. Para os torcedores do basquete Unifacisa a novidade vai garantir a transmissão de 10 jogos da equipe de Campina Grande, graças a uma parceria firmada entre a emissora paulista e a sua filial na Paraíba, a TV Itararé. Confira a lista de jogos e horários das transmissões da TV Itararé: 12 de novembro, às 15h30 – Unifacisa x Campo Mourão 19 de novembro, às 13h30 – Unifacisa x Pato Branco 21 de novembro, às 21h – Minas x Unifacisa 02 de dezembro, às 16h – Cerrado x Unifacisa 04 de dezembro, às 18h30 – Unifacisa x Brasília 06 de dezembro, às 16h30 – Caxias x Unifacisa   11 de dezembro, às 16h – Mogi x Unifacisa 19 de dezembro, às 18h30 – Unifacisa x Franca 23 de dezembro, às 16h – Unifacisa x Pinheiros 11 de janeiro, às 17h30 – Unifacisa x Paulistano

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Refugiado camaronês encontra no basquete Unifacisa oportunidade de concluir estudos e jogar no NBB

Nos últimos anos o mundo vem acompanhando uma das maiores crises humanitárias da sua história. O fluxo migratório e questões sociais tem se agravado em diversos países, em decorrência de diferentes crises internas. De acordo com a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), ao final de 2018, mais de 70 milhões de pessoas foram forçadas a emigrar de seus países de origem, como resultado de perseguição, conflitos, violência ou violação dos direitos humanos. De acordo com o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), atualmente o Brasil tem cerca de 43 mil pessoas reconhecidas como refugiadas. Em Campina Grande, na Paraíba, um desses refugiados reconhecidos, encontrou na Unifacisa, através do basquete, uma oportunidade para recomeçar sua vida para além do esporte. Adrien Mouaha, de 24 anos, é originário da República de Camarões. Aos 6 anos de idade, Adrien Mouaha e parte da sua família foram forçados a fugir do seu país de origem e buscar refúgio nos Estados Unidos, devido à grande perseguição política a opositores do governo do Presidente Paul Biya. Adrien morou nos Estados Unidos, ao lado da mãe e três irmãos, até os 19 anos. Lá ele teve a oportunidade de frequentar a escola, estudando na Ligth House Cristhina School, em Nashville, no estado do Tennessee. Já em contato com o basquete, Adrien foi para uma faculdade júnior, em Miami, onde estudou por cerca de um ano até receber um convite para jogar profissionalmente no Equador. “Jogando basquete eu conheci um técnico que estava atuando no Equador, o Pepe, ele gostou do meu estilo de jogo e me fez uma proposta de jogar com ele. Infelizmente não me adaptei bem a altitude do país e passava muito mal durante os treinos e jogos, acabei tendo que deixar essa oportunidade de lado”, disse. Porém, devido a uma lei norte-americana que impede atletas universitários de serem remunerados, Adrien também não podia voltar para estudar na faculdade júnior em Miami. “Foi um momento difícil, mas graças ao técnico da faculdade de Miami, o Sam Greer, eu pude conhecer o André Brazolin, um ex-jogador de basquete, que comandava uma equipe que estava disputando a segunda divisão do campeonato Paulista, se me recordo bem. Me mudei para São Paulo e disputei o paulista com o time dele. Durantes os jogos, o Diego Dias me viu jogar, ele entrou em contato com Dudu Schafer, na época técnico do basquete Unifacisa, que me trouxe para Campina Grande”, afirmou. A educação e o esporte tiveram um papel transformador na vida do atleta. Adrien encontrou na Unifacisa não apenas a oportunidade de continuar jogando basquete, mas todo suporte para continuar os estudos. Bolsista integral, irá concluir o curso de Sistemas de Informação no final deste ano, além disso, o estudante recebe ajuda de custo e moradia pagas pelo Centro Universitário. “Eu sou muito grato pela oportunidade que a Unifacisa me deu, não só no esporte, mas principalmente na educação. Como refugiado e emigrante eu fui forçado a parar de estudar várias vezes e na Unifacisa estou tendo a chance de concluir um curso superior reconhecido, com grandes oportunidades no mercado de trabalho e ainda jogar o esporte que tanto amo. Graças a Unifacisa já penso além do esporte e planejo seguir minha carreira em Sistemas de Informação”, pontuou. Atualmente, o ala armador Adrien Mouaha faz parte do time do basquete Unifacisa e irá jogar essa temporada no NBB defendendo a equipe paraibana. “Estou preparado e muito feliz em fazer parte de um time da elite do basquetebol brasileiro. É uma experiência muito boa, e estou aprendendo e melhorando como jogador todo dia”, finalizou.

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Basquete Unifacisa vence o Sport Recife no encerramento do Torneio Integração em preparação ao NBB

O basquete Unifacisa agora se prepara para a sua estreia na temporada 2020/2021 do NBB, no dia 12 de novembro, quando joga contra o Campo Mourão, no estádio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. A poucos dias da sua estreia, o basquete Unifacisa sediou a II edição do Torneio Integração, taça Sicoob, campeonato amistoso disputado entre as equipes do Fortaleza Basquete Cearense, Sport Recife e Unifacisa. Com o fim do torneio, a Unifacisa irá trabalhar nos ajustes finais antes de dar início ao maior campeonato de basquete do Brasil, no dia 12 de novembro. Em quadra o jogo foi tranquilo para os donos da casa, que puderam aproveitar a oportunidade para testar novas formações e praticar suas jogadas ofensivas. Defensivamente a equipe da Unifacisa também foi muito bem, forçando muitos erros do Sport Recife os donos da casa se aproveitaram das várias roubadas de bola e rebotes defensivos para jogar forte no ataque em transição, abrindo larga vantagem no placar O ritmo forte imprimido pela Unifacisa rapidamente cansou o time de Recife, que já havia jogado na noite anterior conta o Fortaleza Basquete Cearense, com um bom trabalho de rotação de bola a Unifacisa foi encontrando os espaços para bons arremessos e com um bom aproveitamento nos tiros de média e longa distância, principalmente por parte do ala pivô, Vinicius Pastor, o placar foi se tornando cada vez mais elástico, com o primeiro tempo terminando em 56 a 25 para a Unifacisa. Na volta do vestiário, a Unifacisa procurou controlar mais o ritmo do jogo, optando por atacar mais o garrafão adversário com o pivô, Alexandre Paranhos. Já o Sport Recife não encontrava muitas opções de jogadas, esbarrando em uma forte marcação do time de Campina Grande, teve que arriscar bastante nos arremessos, obtendo pouco sucesso. No quarto período não foi diferente e a Unifacisa aproveitou para rodar bem a equipe, dando oportunidade a todos os jogadores relacionados entrarem em quadra. O técnico da Unifacisa, Felipe Santana, avaliou o torneio de forma bastante positiva para a preparação final antes da estreia no NBB. “Os dois jogos foram muito proveitosos para nós. O time é novo, muitos jogadores ainda não tinham jogado juntos, é um novo estilo de jogo para a maioria deles também, então cada oportunidade dentro de quadra importa, cada momento que eles têm de estarem jogando juntos, compartilhando a mesma situação, são momentos muito importantes para a nossa preparação, saímos com lições muito positivas e ajustes que vamos fazer antes da nossa estreia nessa nova temporada do NBB”, comentou. Já para o técnico do Sport Recife, Rildo Acioli, participar do II Torneio Integração – Taça Sicoob, é muito importante para que o jovem time do Sport ganhe cada vez mais experiência, além de servir como inspiração para muito atletas de base. “Nossa participação foi muito positiva, nós temos atletas com 17, 18 anos, e para eles é uma oportunidade única de estar jogando nesse nível, tivemos grandes atletas dentro de quadra nesse fim de semana, eles servem de espelho para essa nova geração do esporte e são uma motivação para aqueles que sonham em seguir a carreira de atleta profissional continuem treinando e se esforçando para alcançar os seus objetivos”, finalizou. O basquete Unifacisa agora tem duas semanas para fazer todos os ajustes necessários e lapidar os pontos positivos antes da estreia na nova temporada do NBB, no próximo dia 12 de novembro, no Rio de Janeiro. II Torneio Integração – Taça Sicoob 30 de outubro – Basquete Unifacisa 98 x 106 Fortaleza basquete Cearense 31 de outubro – Fortaleza basquete Cearense 106 x 56 Sport Recife 01 de novembro – Basquete Unifacisa 109 x 42 Sport Recife

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Fortaleza Basquete Cearense já está em Campina Grande e se prepara para o II Torneio Integração

A equipe do Fortaleza Basquete Cearense já está em solo paraibano para participar do II Torneio Integração. O time chegou a Campina Grande na manhã desta quinta-feira, 29, e irá enfrentar o basquete Unifacisa, amanhã (30/10), às 18h30, na Arena Unifacisa. Em virtude da pandemia da covid-19, não será permitida a presença de público durante a disputa dos jogos. Todas as partidas do torneio serão transmitidas ao vivo através do canal do Basquete Unifacisa no Youtube e na TV Itararé. O time de fortaleza também participou da primeira edição do Torneio Integração, em 2019, juntamente com o Minas Tênis Club. Este ano, a disputa será entre o Sport Recife, o Fortaleza Basquete Cearense e basquete Unifacisa. O Torneio Integração é uma peça fundamental na preparação dos dois times que representam o Nordeste no NBB, longe do eixo sul/sudeste e sem campeonatos estaduais, os times da Unifacisa e do Fortaleza tem o Torneio como a única oportunidade para pôr em prática tudo que vem sendo treinado ao longo da pré-temporada, antes das suas estreias no NBB. O Ala armador do basquete Unifacisa, Betinho, avalia o torneio como fundamental para que o time possa realizar os ajustes finais antes do início da temporada do Novo Basquete Brasil. “É um ponto essencial na lapidação da nossa preparação. O time vem treinando bem, vem fazendo o que foi planejado pelo técnico, mas é importante também que a gente possa confrontar essa nossa experiência, para que possamos ver o que está dando certo e o que precisa ser melhorado. O torneio é muito importante para que a gente possa retomar o ritmo de jogo, ficamos muito tempo parados por causa da pandemia, então é fundamental para que a gente possa voltar a viver esse clima de competição novamente”, afirmou. Nesta segunda edição do Torneio Integração serão realizados 3 jogos, sendo um por dia. Abrindo o torneio, na sexta-feira, 30, teremos Basquete Unifacisa enfrentando o Fortaleza Basquete Cearense, às 18h30. No sábado, 31, também às 18h30, é a vez do duelo entre Fortaleza Basquete Cearense e Sport Recife. Encerrando o torneio amistoso, no domingo, 1 de novembro, o basquete Unifacisa enfrentará o Sport Recife, às 11h. Todos os jogos serão transmitidos ao vivo no canal do Youtube do Basquete Unifacisa e na TVItararé.

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Em preparação para o NBB, Unifacisa sedia a II edição do Torneio Integração neste fim de semana

O basquete Unifacisa faz a sua estreia na temporada 2020/2021 do NBB no dia 12 de novembro, onde enfrentará o Campo Mourão, no Maracanãzinho, umas das “mini sedes” para este primeiro turno. Em preparação para o início do campeonato, a Unifacisa irá sediar a II edição do Torneio Integração, um campeonato amistoso de pré-temporada que será realizado nos dias 30, 31 de outubro e 01 de novembro, na Arena Unifacisa, em Campina Grande. Entre as equipes que participarão do torneio estão o Fortaleza Basquete Cearense, que também participará desta edição do NBB, e o Sport Recife. Serão realizados 3 jogos, sendo um por dia. Abrindo o torneio Integração, na sexta-feira, 30, teremos Basquete Unifacisa enfrentando o Fortaleza Basquete Cearense, às 18h30. No sábado, 31, também às 18h30, é a vez do duelo entre Fortaleza Basquete Cearense e Sport Recife. Encerrando o torneio amistoso, no domingo, 1 de novembro, o basquete Unifacisa enfrentará o Sport Recife, às 11h.  Em virtude da pandemia da covid-19 e seguindo todos os protocolos de biossegurança estabelecidos pela instituição, não será permitida a presença de torcedores na Arena Unifacisa. Todos os jogos serão transmitidos ao vivo no canal do Youtube do Basquete Unifacisa e na TV Itararé. O técnico do Basquete Unifacisa, Felipe Santana, considera o torneio de suma importância para a preparação do elenco, visto que não existe campeonato estadual para ser disputado durante a pré-temporada. Ele também revelou o que espera ver do time em quadra neste fim de semana. “O Torneiro Integração é a nossa maior preparação antes do NBB e eu espero, até pelo tempo que nós já estamos treinando, ver alguns padrões mais estáveis na equipe. É claro que ainda vão existir alguns ruídos, por que além da equipe ser nova eles passaram muito tempo sem jogar uma partida oficial devido a pandemia, então é normal que existam alguns erros, principalmente no começo, mas vamos focar em encontrar bons padrões, ver o que a equipe precisa melhorar, fazer uma análise rápida porque 10 dias depois já é nossa estreia na temporada do NBB e esses erros precisam ser minimizados”, afirmou. Retornando para a sua terceira temporada na Unifacisa, o armador Nate Barnes, contou sobre a boa relação que já existe com o grupo e revelou algumas de suas expectativas para essa nova temporada. “Pelo que observei, muitos jogadores já se conheciam e já haviam jogado juntos, acho que já temos um grupo bem unido. Nós já interagimos um com outro, passamos nosso tempo livre juntos, coisa que na última temporada demorou um pouco a acontecer, mas que com esse grupo já é um pouco diferente. Na quadra nós também vamos ter boas opções de jogadores, todos arremessam muito bem, sabem distribuir a bola, então eu acredito que será uma boa temporada para nós”, disse.

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Jogadores do Basquete Unifacisa embarcam em ação para conhecer a culinária e a cultura nordestina

Para quem acompanhou as lives de apresentação dos novos jogadores do basquete Unifacisa sabe que uma pergunta foi recorrente para o novo elenco do time, o conhecimento da culinária nordestina, mais especificamente do cuscuz, um prato tipicamente nordestino, presente diariamente nas nossas mesas, mas muito incomum para a maioria dos novos jogadores que fazem parte do basquete Unifacisa, até mesmo para aqueles que já tiveram passagem pelo Nordeste. Toda essa brincadeira nas redes sociais acabou gerando um movimento para apresentar esse prato tão popular, além de proporcionar um momento de conhecimento da cultura local, assim surgiu a Caravana do Cuscuz. Em parceira com a Casa de Cumpade, um restaurante regional, localizado no distrito de Galante, que mantém preservado, o ano inteiro, os encantos do São João, a Unifacisa proporcionou aos jogadores, na manhã deste último domingo ,25, um momento de relaxamento, diversão, aprendizado da cultura local e é claro, muito sabor com as delícias da culinária nordestino, e o famoso cuscuz. O pivô do basquete Unifacisa, Alexandre Paranhos, acredita que a caravana além de oferecer um momento de descontração com a família, também acrescentou muito a união do grupo como um todo. “Foi uma manhã muito legal, ter esse momento de descanso ao lado da família, dividindo isso também com os companheiros de time, mergulhando na cultura da Paraíba, acredito que isso é muito importante para o grupo, assim nós podemos ter uma noção do que estamos representando e de que estamos brigando dentro de quadra por um propósito maior, por um povo que ama sua cultura e todos ao seu redor. Além disso, são momentos como esse que criam um relacionamento extra quadra entre nós, principalmente para essa temporada que vai ser disputada em um formato diferente, vamos jogar em “mini bolhas”, então vamos estar muito mais tempo juntos e estar dentro de quadra com um companheiro ao lado que entende você e que você sabe que pode confiar, realmente pode fazer a diferença”, disse. Já para o chef de cozinha, João Barreto, mais conhecido por Cumpade João, responsável pela cozinha e administração da Casa de Cumpade, o momento foi de muita alegria em poder apresentar aos jogadores as delícias e representatividades da cultura paraibana. “Para mim é uma missão cumprida, poder proporcionar ao ser humano que busca a Casa de Cumpade com um alimento que fortalece a alma, como eu costumo dizer. Então foi tudo pensado e preparado com muito carinho para que os jogadores do basquete Unifacisa possam fixar nas suas mentes ao sabor da nossa Paraíba. Então, eu que trabalho com gastronomia me sinto muito honrado de poder proporcionar esse momento de degustação e satisfação ao paladar, não só para os jogadores como a todos que vem a Casa de Cumpade”, finalizou.

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Reforço na comissão técnica, Basquete Unifacisa anuncia a chegada do assistente técnico Jaú

Paulo César Jaú é o mais novo integrante da comissão técnica do basquete Unifacisa. Jaú, como é mais conhecido, vem para ocupar o cargo de assistente técnico e traz em sua bagagem muita experiência nas competições nacionais.  Ele começou sua história nas categorias de base do São José Basquete e em seguida trabalhou ao lado de Regis Marelli na equipe de basquete principal do São José. Como assistente técnico, Jaú participou das conquistas do Campeonato Paulista em 2009 e 2013, além do vice-campeonato do NBB em 2011/2012. Após o vice-campeonato, Jaú deixou a cadeira de auxiliar técnico para assumir a frente de uma equipe de base na cidade de Taubaté. Até que no fim de 2017, um convite para retornar ao São José, dessa vez como técnico principal da equipe durante a campanha da Liga Ouro 2018. Ao aceitar o convite, Jaú comandou a equipe até às finais da Liga Ouro. Mesmo com a derrota para o Corinthians, o vice-campeonato da Liga Ouro 2018 garantiu o acesso do São José a elite do basquete brasileiro, após duas temporadas fora do NBB. A boa campanha fez com que Jaú fosse o escolhido para continuar o trabalho de reconstrução do time paulista na principal competição do basquete do Brasil. Jaú agora encara um novo desafio na sua carreira, vir para Campina Grande e contribuir com o bom trabalho que já vem sendo feito por Felipe Santana e sua comissão. “Acredito que o time da Unifacisa para essa temporada foi muito bem montado, uma equipe que será muito competitiva, com jogadores jovens, que tem uma intensidade muito forte e qualidades muito boas, um time para jogar um basquete moderno. Acredito que Felipe Santana vai conseguir implementar sua filosofia de jogo para que possamos conquistar os objetivos que foram traçados”, comentou. Jaú que conheceu a Unifacisa nas suas vindas tanto pela Liga Ouro quanto pelo NBB, falou também sobre a estrutura da equipe paraibana e o que o motivou a aceitar o convite para integrar a comissão. “A Unifacisa desde que jogou a sua primeira Liga Ouro vem mostrando a cada ano uma organização, uma competitividade em todos os campeonatos que participa. Além disso, é uma equipe que mostra muita seriedade no projeto, com uma torcida apaixonada, que enche o ginásio em todos os jogos. Campina Grande hoje já respira o basquete e representa muito bem o Nordeste no cenário nacional. Então, essa oportunidade me motivou a aceitar o convite feito pelo Felipe, juntamente com o Dudu, e eu estou muito feliz e muito agradecido pela confiança por poder fazer parte dessa família que é a Unifacisa”, finalizou.

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De ajudante de gesseiro a destaque do NBB, conheça a história de Rafa Oliveira

O Novo Basquete Brasil é repleto de estrelas, grandes nomes do esporte, atletas olímpicos e ex-jogadores da NBA. Em meio a tantos nomes conhecidos, um ainda sem fama, ganhou destaque na temporada 2019 do NBB, figurou entre os top 10 da liga, se mostrando uma verdadeira revelação, seu nome é Rafael Oliveira. Diferente da maioria dos jogadores, que cresceram com referências no basquete ou no mundo dos esportes, a carreira do ala/pivô Rafa Oliveira teve um início bastante diferente. Na infância, além de estudar, ele passava boa parte do tempo ajudando seu padrasto, que trabalhava como gesseiro. Em uma das obras, Rafael impressionou um dos clientes por conta da altura e acabou sendo convencido a embarcar no mundo do basquete. Natural de Divinópolis (MG), o ala/pivô encontrou sua primeira casa em Uberlândia quando atuou pelo SESI.  Após a primeira oportunidade, foi ganhando espaço em outras equipes, chegando a jogar uma edição da LDB pelo Ginástico, até voltar para Minas Gerais, em 2014, para fazer parte do elenco do Minas Tênis Clube. “Minha passagem pelo Minas foi de muito crescimento, tanto pessoal como profissional. Foi lá onde tive meu primeiro contato com uma equipe profissional adulta e onde joguei um maior número de jogos no LDB. Acabou sendo um campeonato onde desenvolvi minhas habilidades, graças também aos ensinamentos de grandes atletas com quem joguei, como o Shilton, por exemplo, um cara com uma história gigantesca no basquete e que eu me inspiro muito”, disse. Mesmo com a oportunidade em uma equipe tradicional no basquete, o jogador ainda teve que superar muitos desafios. Após a sua saída do Minas, o atleta chegou a ficar 8 meses sem clube, pensando até em desistir da carreira por falta de oportunidades. Mas, na temporada 2016/17, uma chance de disputar a Liga Ouro pelo Macaé mudou a sua carreira definitivamente. “O Macaé foi realmente uma virada na minha carreira, foi onde eu apostei todas as minhas fichas, parti para o tudo ou nada. Foi o momento em que eu pude mostrar realmente o meu jogo e me firmar no cenário nacional, fiz uma boa Liga Ouro, antes mesmo de terminar o campeonato eu já tinha recebido uma proposta para jogar pelo Vasco no NBB, então eu considero o Macaé um verdadeiro divisor de água na minha carreira ”, continuou. A passagem pelo Macaé elevou a carreira do Rafa para um novo patamar, jogando ao lado de Nate Barnes, o atual armador e um dos principais jogadores do Basquete Unifacisa, juntos eles levaram o Macaé até as finais da Liga Ouro 2018, eliminando a Unifacisa nas semifinais. Sua boa atuação na Liga Ouro gerou resultados bastante positivos para sua carreira, saindo do Macaé, Rafa jogou o NBB pelo Vasco e no ano seguinte fez sua temporada de maior sucesso, atuando pelo São José. Em 2019, o atleta foi um dos quatro jogadores com maior eficiência na Liga, com 60% de aproveitamento nas bolas de 2 e 40% nas bolas de 3. Rafa foi o cestinha do São José, com média de 17,7 pontos por jogo, uma evolução surpreendente em relação ao seu ano no Vasco. Em 2020, o atleta se junta ao elenco do Basquete Unifacisa, ao lado de Barnes e Nehemias Morillo, que também foi seu companheiro de time no São José, para disputar o maior campeonato de basquete do Brasil pela Unifacisa. “Para essa temporada as expectativas são as melhores possíveis. Esse grupo foi muito bem selecionado pela diretoria e comissão técnica, jogadores com características diferentes, mas que acabam complementando um ao outro. Além disso, são pessoas do bem, muito trabalhadoras e é isso que vamos fazer no decorrer dessa temporada, trabalhar para conquistar coisas grandes para a Unifacisa. Particularmente eu sou um cara que acredita no lema de ‘Quem trabalha, conquista’, eu sou um cara que sempre acreditei nos meus sonhos, que sempre lutei muito pelos meus objetivos e é isso que pretendo fazer junto a Unifacisa”, concluiu.

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Basquete Unifacisa dá início aos primeiros treinos coletivos em preparação para o NBB 2020/21

Com a chegada da maior parte do elenco em Campina Grande, o Basquete Unifacisa deu início aos treinos coletivos, nesta segunda-feira (21), na Arena Unifacisa, em preparação para a 13ª temporada do Novo Basquete Brasil, o NBB. Após a testagem para covid-19 de todos os atletas e comissão técnica, nenhum dos integrantes testou positivo para a doença. Dentre os cerca de 25 nomes testados, apenas o ala armador Paulo Nery apresentou anticorpos para a covid-19. Antes da testagem as atividades dos atletas se resumiam a treinos físicos na academia e alguns trabalhos em dupla, determinadas por posição. Contudo, com os testes para covid-19 realizados, os jogadores foram liberados para treinos coletivos que acontecem em pequenos grupos, geralmente de 6 jogadores. Enquanto um grupo realiza o treino técnico na Arena Unifacisa, sob o comando do técnico Felipe Santana, outra parte treina na academia Unifit, sob os cuidados dos preparadores físicos Pablo Marcelino e Washington Reis. Esse revezamento é parte do protocolo de biossegurança determinado por um comitê especializado da Unifacisa, a integração entre os atletas ocorrerá gradativamente até que todos estejam em conjunto. Para o técnico do basquete Unifacisa, Felipe Santana, esse trabalho em grupos é uma oportunidade para desenvolver habilidades de forma individualizada para cada atleta. “Está sendo muito positivo, trabalhando em pequenos grupos nós conseguimos treinar de forma mais individualizada, então nós podemos detalhar mais o trabalho de cada atleta, especificar o que cada um deve fazer. É uma forma diferente de iniciar a temporada em comparação com a passada, por exemplo, com todos os atletas juntos, mas que está funcionando muito bem”, comentou. Mesmo com boa parte do elenco sendo formado por novos jogadores e diante dos protocolos sanitários estabelecidos, Felipe destacou o clima e a energia entre os jogadores, já no início dessa preparação para o NBB. “Os jogadores estão trabalhando bem, mesmo tendo que passar por um processo de adaptação dentro desses novos protocolos de biossegurança que foram feitos. Nós já começamos a avançar em relação a isso com a implementação dos treinos coletivos, os jogadores estão com uma energia muito boa, treinando bem. Entre eles as conexões estão fluindo cada vez mais e estão muito animados com essa volta. Foram muitos dias parados respeitando o isolamento social e, querendo ou não, isso acaba trazendo uma certa ansiedade para estar de volta à quadra”, finalizou.

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